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Água e qualidade de Vida

Água e qualidade de Vida

Direito universal à água é uma premissa para a atuação do Esplar. No semiárido brasileiro, a água ou o acesso a ela é definido por relações sociais de dominação, nas quais uma grande parcela da população da zona rural não tem esse direito assegurado. Partindo dessa constatação, o Esplar vem desenvolvendo, desde o ano de 1985, ações no intuito de superação dessas desigualdades.

No ano de 1992, com apoio da OXFAM, o Esplar construiu duzentas e cinquenta cisternas de placas no município de Tauá, como resultado de uma das ações do Plano de Desenvolvimento Agroecológico no município. A partir do impacto positivo dessa experiência, o Esplar participou da fundação do Fórum Cearense pela Vida no Semiárido (FCVSA), no ano de 1998.

Entre outras ações, o fórum contribuiu com a capacitação de pedreiros que construíram duzentas e cinquenta cisternas em todo o estado Ceará, para a primeira campanha do fórum: “Nenhuma Família Sem Água de Qualidade”; a fundação da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA Brasil) e, a partir do ano de 2001, passou a ser executor da fase piloto do Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semiárido: Um Milhão de Cisternas Rurais (agora denominado de P1MC).

Na fase de transição do programa, o Esplar, o P1MC juntamente com outras inúmeras organizações foram os responsáveis pela construção de 1.810 cisternas. Entre os anos de 2003 e 2013, foram construídos outras 9.699 cisternas para armazenamento de água para consumo humano. O resultado desse trabalho se expressa com a democratização do acesso à água para cerca de dez mil famílias no estado do Ceará, o que, somado ao trabalho das outras instituições que fazem o FCVSA e a ASA, estão mudando a vida de milhares de pessoas que vivem no semiárido.

A partir do ano de 2012, um segundo programa é executado por instituições que fazem a ASA, como também o Esplar: é o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), programa este que promove a descentralização da água. O P1+2 é constituído de várias atividades que fortalecem processos participativos de desenvolvimento rural, entre elas o intercâmbio de experiências e a construção de pequenos reservatórios de água destinados a produção de alimentos, que possibilitam às famílias mobilizadas a busca pela sua segurança e soberania alimentar e nutricional.

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